Gladston Salles

O amor é o tudo no nada que somos

Textos

De repente a paisagem branca e fria
Cede lugar a um mar de flores rosadas
E a voz da alegria
Quebra o silêncio sepulcral
O olhar vago e as mãos retraídas
Ganham expressão e significado
Ninguém resiste ao encanto da “sakura”
Que surge na primavera
E cobre o arquipélago
Berço dos samurais
É o convite a dança
O canto para celebrar a vida
Renovar a esperança
E enaltecer o amor
Benditas cerejeiras
Símbolo de felicidade
Que enfrentam o rigor do inverno
E desabrocham em flores na estação seguinte...
Todos lamentam a sua efemeridade
E buscam contemplar no curto espaço de tempo
A sua beleza rara
Daí o “hanami”
A festiva comemoração
O piquenique
O “sakura-mochi”
O brinde de “saquê”
A vontade de amar e ser amado
A paz e harmonia no coração
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 

Gladston Salles
Enviado por Gladston Salles em 17/09/2010
Alterado em 17/09/2010
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